.

.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

TORTON. UM TAPA NO FREIO DIANTEIRO AFINAL, SE VAI ANDAR TEM QUE PARAR

Não tem sobrado muito tempo para pensar na Torton mas como desculpa, vou parafrasear aqui uma definição da primeira mandatária da nação que cabe perfeitamente em restauração de motos antigas: "não vamos definir uma meta, quando a gente atingir a meta a gente dobra a meta".

Deixando a meta de lado, é hora de revisar o freio dianteiro. Por esse ângulo, o freio até parece em ordem:


mas quando foi aberto, olha o estado do lado interno da panela  de freio:

então, a primeira coisa a ser feita foi lixar o tambor até cansar para para melhorar o estado da pista.

as lonas estavam quase na espessura de uma folha de papel então, também foram trocadas. Após a troca elas foram ajustadas pelo modo convencional, tentativa e erro, monta-se o espelho na roda, aciona-se a alavanca de freio com a mão mesmo, gira-se um pouco o espelho no tambor e verifica-se a marca da área de contato na lona, lixa-se um pouco e repete-se o processo até que a área de contato represente uns 80% da superfície da lona. Isso acelera em muito o tempo que o freio vai levar para se ajustar completamente quando você for rodar com a moto.

Depois da parte mecânica, um tapinha na estética:

Uma latinha de spray preto faz milagres!!!

Aqui a roda montada na moto já junto ao novo "pedestrian slicer" ou fatiador de pedestre em tradução literal:

Próximo post, um tapa no banco que está bem sujo e com o couro ressecado

Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...